Fabricante: Hudson Soft Gênero: Puzzle Ano: 1995 Eae galera, blz? espero que sim. Bom o blog ficou 3 semanas sem atualização por que estive meio ocupado por esse tempo e não pude me dedicar ao blog, mas agora estou voltando a atualizar e estou trazendo o review de Super Bomberman 3, mais um dos grandes games dessa famosa franquia.
Acredito que a grande maioria já conhece essa série então vou falar apenas sobre as características e as novidades em relação aos jogos anteriores. História ________________________________________________________________ Algum tempo após terem sido derrotados, os corpos dos Five Dastardly Bombers são resgatados do lixão onde estavam pelo seu criador, Bagular, que os reconstrói e lhes dá nova vida; os cinco robôs são enviados em uma missão e dominam as cinco estrelas de um sistema. White Bomberman e Black Bomberman estavam viajando pelo espaço quando descobrem o que aconteceu às cinco estrelas e decidem lutar mais uma vez contra os Dastardly Bombers. Gráficos ________________________________________________________________
Os gráficos estão muito bonitos neste game, bem coloridos e detalhados, sendo os "mestres" maiores e melhores desenhados, os inimigos são bem diversificados, alguns traços lembram os jogos anteriores como (Super Bomberman 1 e 2).
Os controles do jogo fluem perfeitamente bem, a jogabilidade é muito boa, o White Bomberman possui a as mesmas habilidades, podendo inicialmente plantar bombas e se locomover pelo cenário, as bombas em um primeiro momento podem ser plantadas apenas uma por vez, e estas possuem alcance destrutivo limitado, todos os aspectos das bombas, como a quantidade que podem ser plantadas por vez, o alcance destrutivo, dentre outros aspectos podem ser aprimorados com power-ups espalhados pelas fases; assim como as bombas, o personagem também pode ser aprimorado e ganhar novas habilidades com diversos power-ups, que permitem ao protagonista andar mais rápido, chutar bombas, atravessar explosivos plantados, dentre outras habilidades disponíveis até aqui tudo a mesma coisa que os jogos anteriores porém o jogo possui algumas novidades.
Uma das novidades são os cangurus, eles podem ser
encontrados pelas fases e servem como montaria para o jogador também possibilitando que o mesmo salte sobre as bombas e ainda servem como uma "proteção" pois se a bomba explodir e você estiver em cima do canguru ele morre e você sobrevive :')
As fases também sofreram mudanças notáveis em suas estruturas tornando muito parecidas como as do primeiro game porém com algumas diferenças como diversos obstáculos para dificultar mais a vida do jogador.
Outro aspecto dos cenários é que eles são divididos em "setores", cada um ocupando uma tela, para passar de um setor ao outro, é necessário destruir todos os globos vermelhos que estão no cenário, e o mesmo vale para passar de fase. Cada estrela está dividida em diversas fases, que o jogador deve passar antes de enfrentar o Dastardly Bomber de ocasião.
O game ainda possui seu clássico sistema de batalhas assim como os anteriores.
Super Bomberman é mais um jogo da série que traz alguns aspectos inovadores outros nem tanto mas que com certeza vale a pena jogar pois garante ótima diversão aos players.
Fabricante: Hudson Soft Gênero: Puzzle/Estratégia Ano: 1994 Fala moçada, hoje trago a vocês o review de Super Bomberman 2, como o próprio nome diz é o segundo jogo da série, você pode ver o primeiro aqui o review do primeiro game foi fraco em informações e conteúdo pois foi uma das primeiras postagens do blog e eu era muito noob em relação a plataforma blog então peço que me perdoem. Agora eu já tenho mais experiencia e um modelo de postagem melhor eu procurarei fazer um review mais completo deste grande game, então vamos ao que interessa: Lançado em 1994 pela Hudson Soft o jogo daria continuidade a esta prestigiosa série, trazendo muitas coisas do seu antecessor e é claro algumas novidades principalmente nos gráficos do game, falaremos disto mais tarde. Primeiro vamos falar da história. História ______________________________________________________________
A história do game é bastante simples e trás novamente nosso querido protagonista White Bomberman, cinco ciborgues maléficos, chamados "Five Dastardly Bombers" decidiram dominar o universo. No planeta Terra, eles capturam o Bomberman original (white bomberman) e o aprisionam em sua base; ele acorda na masmorra de Magnet Bomber e agora deve lutar para derrotar os cinco ciborgues, salvar a Terra e a si mesmo.
As fases do jogo continuam sendo com labirintos claro, os gráficos estão melhorados, o som está muito bacana e quase tudo é perfeito no game exceto por alguns detalhes como: não é mais possível jogar o modo história com 2 players, agora só dá pra jogar com 1 player no modo história, oque diminui bastante a diversão neste modo, porém no "Batle Mode" ainda é possível jogar com 4 jogadores simultaneamente com o "Multitap".
Os gráficos estão ótimos e bem diferentes, o personagem principal continua com o mesmo tamanho porém melhor desenhado, a estética do game é basicamente a mesma, os inimigos parecem um pouco menores mas muito bem desenhados, o estilo colorido do jogo continua dando um ar "infantil" ao game oque não influencia em nada na qualidade do jogo, os cenários foram o ponto de maior mudança, ao fugirem um pouco do labirinto básico dos games anteriores, ganhando formas mais diversificados e com temas variados.
Jogabilidade ______________________________________________________________ O ponto mais forte do game, a jogabilidade é simples e flui muito bem, os controles são basicamente os mesmos, o jogo possui algumas novidades que tornam Super Bomberman 2 mais diversificado se comparado ao seu antecessor. Algumas das novidades são: As fases sofreram algumas mudanças, tanto na estética quanto em aspectos da estrutura, pois apesar das formas labirínticas terem se mantido, os cenários adquiriram formas mais elaboradas, com passagens, níveis e outras características; o jogador deve passar por uma série de mundos, cada um com suas características e inimigos próprios, cada "mundo" possui um tema, que influencia nos tipos de inimigos e obstáculos. O jogador ainda deve destruir inimigos, mas isso não basta mais para abrir a porta, devendo também acionar diversos botões espalhados pelo cenário, a porta de saída não é mais um "quadrado" que deve ser encontrado, agora ela é visível e perfeitamente integrada ao ambiente. Há modos de jogo para vários jogadores, a dificuldade está no ponto certo e o progresso do jogador pode ser salvo através de passwords. Conclusão ______________________________________________________________ Super Bomberman 2 traz novos aspéctos à série dando mais qualidade e muita mais diversão aos jogadores, além disso o jogo traz gráficos melhorados e uma excelente jogabilidade.
Gênero: Estratégia/Puzzle Ano: 1993 Algum tempo atrás eu fiz o review do game The Lost Vikings, hoje trago a vocês um review do seu sucessor The Lost Vikings 2 que trás alguns personagens novos, mais piadas, comédia, desafios e algumas novidades. O conceito básico do jogo ainda é o mesmo, o jogador controla 3 vikings um de cada vez, podendo alternar entre eles pressionando um único botão, enquanto um dos personagens está sendo utilizado os outros 2 ficam imóveis e vulneráveis. No modo multiplayer é possível controlar 2 vikings ao mesmo tempo, porém a câmera só segue um deles, o game também trás o mesmo humor do antecessor, com piadas e muitos problemas com flatulência.
História ________________________________________________________________
Um ano se passou desde que Erik “o Ligeiro”, Baelog “o Feroz” e Olaf “o Robusto” escaparam das garras do terrível Tomator e, desde então, cada um dos irmãos tomou o seu próprio rumo (que são um tanto quanto peculiares, diga-se de passagem... confira na descrição dos personagens abaixo). Certo dia, entretanto, os três vikings se reencontram e decidem dar uma volta de navio. Eis que, nesse preciso momento, o imperador Tomator dá início ao seu plano de vingança contra a humilhante derrota que sofreu dos vikings há um ano atrás e os captura novamente. Sem intenção de deixar que escapem como da vez anterior, Tomator rapidamente dá ordens a um robô-guarda para que transporte os vikings para “a arena”.
Contemplando esta cena vitoriosa, Tomator não se contém e começa a rir maléficamente, golpeando seu painel de controle em um acesso histérico. Todos sabemos que um painel de controle não é algo para se esmurrar descuidadamente e o imperador intergaláctico logo percebe isto, pois acontece uma falha no sistema e as luzes se apagam, incluindo no lugar onde os vikings estão sendo levados pelo robô-guarda. Aproveitando a escuridão, os três irmãos partem para cima do robô, cheios de fúria nórdica. Poucos segundos depois, a energia volta e não apenas vemos que o robô foi cruelmente destruído pelos vikings, como também que estes se apossaram de alguns dos acessórios que a vítima carregava. Acessórios estes que muito vem a calhar, pois dão aos vikings novas e muito úteis habilidades.
Antes que pudessem fazer qualquer outra coisa, entretanto, o faminto Olaf vê algo grande e brilhante, com uma placa dizendo “donuts”. A ideia de rosquinhas faz o viking pançudo entrar em um transe alimentício e este começa a mexer na tal coisa antes que seus irmãos pudessem lhe alertar que o que estava escrito não era “donuts”, mas sim “do not touch” (“não toque”). A “coisa”, que na verdade é um teletransportador, começa a funcionar e manda os vikings para mais uma viagem espaço-temporal, começando pela Transilvânia no ano de 1437. Ao perceberem o que aconteceu, Erik, Baelog e Olaf (e nós também) sabem qual é o único caminho a seguir: encontrar uma maneira de voltar para casa e, quem sabe, aproveitar para derrotar Tomator de uma vez por todas.
A principal novidade no jogo são os novos acessórios que os vikings "receberam" do guarda-robô que proporcionam novas habilidades aos personagens, confira:
Com botas turbinadas,Erik agora pode correr com ainda mais velocidade, alcançar maiores alturas e cabecear não apenas paredes, mas tetos também. Além disso, um capacete de última tecnologia também lhe permite respirar debaixo d’água.
Baelog substitui a sua simples espada por um autêntico sabre de luz... que no fim das contas funciona exatamente igual à espada. O arco-e-flecha, entretanto, é substituído por um braço mecânico extensível que o viking feroz pode usar para golpear inimigos à distância. O alcance é menor que o das flechas, mas em compensação, o braço também serve para apanhar itens que estão distantes e para se pendurar em alguns ganchos especiais.
Olaf ganha um novo escudo que, além das óbvias capacidades defensivas, tem o poder de encolher o enorme viking a um pequeno tamanho, permitindo-lhe assim passar por lugares outrora inacessíveis. Porque um escudo que encolhe? Não faço ideia... é a tecnologia do futuro, então não vamos discutir. O escudo é seu único brinquedo novo, mas para compensar, Olaf é o único dos irmãos que aprendeu naturalmente uma nova técnica desde o último jogo... e se você já achava absurdo o fato de alguém tão “robusto” poder flutuar graciosamente com um escudo (coisa que ainda faz), espere até ver a nova habilidade de Olaf: soltar gases para se impulsionar. É isso aí, mesmo sem ter a capacidade de pular, Olaf pode usar a sua flatulência para ser levantado a alguns centímetros do chão. O peso do viking é tanto que, ao cair, o impacto é grande o suficiente para destruir alguns tipos de chão (pelo visto a gravidade só funciona em alguns momentos... vai entender). Olaf também pode usar o seu gás no meio do “voo” para alcançar maiores distâncias.
Outra novidade no game em relação ao primeiro é que agora, para passar das fases, não basta chegar à saída. É necessário encontrar três itens espalhados pela fase e levá-los a algum personagem que usará os itens para transportar os vikings para a próxima fase. Estes personagens e itens variam de acordo com o “mundo”.
Ao decorrer do jogos 2 novos personagens aparecem para ajudar, um deles é Fang o Lobisomem (Ele não se transforma em lobisomem, o nome é apenas pela aparência dele). Fang pode usar as suas garras para ataques próximos, semelhante à espada de Baelog e, assim como Erik, pode saltar.
O segundo personagem novo é Scorch o Dragão, que além de atacar cuspindo fogo, pode voar. O voo é temporário, já que Scorch pode bater as asas apenas um número limitado de vezes antes de se cansar, mas o dragão pode também descer flutuando, semelhante ao que Olaf faz.
Quem jogou o primeiro jogo sabe que The Lost Vikings leva muito em conta o humor que é um dos pontos mais alto do game e em The Lost Vikings II não podia ser diferente, repare em algumas piadas:
Depois de terminar uma das fases na Floresta Amazônica:
[Xamã] – Obrigado por me libertarem. Eu os enviarei para meu irmão, Kumonawannago. [Erik] – Ei, os deuses podem fazer o Olaf parar de comer tanto? [Xamã] – Até mesmo o poder dos deuses tem seus limites.
Mais uma vez, jogar uma mesma fase repetidas vezes resulta também em conversas muito engraçadas. Veja algumas: [Erik] – Você já teve aquela sensação de deja vu? [Baelog] – Sim, mas é porque você já perguntou isso no primeiro Lost Vikings. [Erik] – Algumas pessoas simplesmente não levam jeito para a coisa. [Olaf] – Deveria ser necessário passar em algum tipo de teste antes que deixassem você usar um SNES. [Erik] – Eles vão terminar o Lost Vikings III antes que passemos desta fase. [Fang] – Legal! Talvez os novos vikings possam nos dar uma mãozinha. Os heróis:
Nome: Olaf "o Robusto" Idade: 23 anos Altura: 1,89 m Peso: 145 Kg História: Olaf decidiu perseguir o seu sonho de se tornar um lutador de sumô e partiu em busca da Terra do Sol Nascente. Ele chegou até a Terra do Sol do Meio-Dia e decidiu voltar - não porque sua jornada era muito difícil, mas porque ele não conseguia encontrar lasagna em nenhum lugar do Mediterrâneo. Então ele voltou timidamente para sua casa e para sua família e se dedicou a ensinar às filhas a arte da lutar com espadas, saquear, destruir e fazer um bom queijo de leite de cabra. As duas filhas agora estudam na Escola de Pilhagem do Baelog - Olaf é particularmente orgulhoso da mais velha, Gerda, que chegou ao nível de Valquíria Honorária e consegue comer mais do que seu pai em qualquer dia da semana. Olaf apareceu em "Estilos de Vida dos Enormes & Barbudos" e está ocupado com um Combate de Frisbee, embora os vizinhos insistam que a ideia nunca vai alçar voo.
Nome: Eric "o Ligeiro" Idade: 20 Anos Altura: 1,77 m Peso: 72 kg História: A experiência de Erik no espaço sideral o deixou entediado com a vida na sua vila. Ele acabou entrando para a mística Ordem da Cabra de Montanha Saltadora, onde ele finalmente encontrou paz, sabedoria e aprendeu a comer uma lata inteira. Na verdade, Erik esvaziou tanto a sua mente que ele então começou a perambular durante meses, atordoado e confuso, esculpindo fiordes de purê de batata e acreditando que era uma iguana. Ele recuperou a memória depois de várias pancadas na cabeça que ele mesmo se causou enquanto tentava abrir uma lata de atum com cabeçadas: -- KANG! KANG! -- "Espere um momento! Eu não sou uma iguana!" -- KANG! KAANG! - "Eeei, eu sou Erik o Ligeiro!". Ele então roubou um navio e correu para a sua vila, onde ele foi calorosamente acolhido pelos seus irmãos... especialmente Olaf, que ficou muito contente ao descobrir que, no fim das contas, sua jornada não tinha sido a mais ridícula da história da vila.
Nome: Baelog Idade: 26 anos Altura: 1,83 m Peso: 100 kg História: Insatisfeito com seu trabalho como domador sênior de ursos polares, Baelog se candidatou para os Gladiadores Nórdicos, mas desistiu enojado quando o impediram de levar as suas próprias armas. Foi então que Baelog percebeu que tinha a responsabilidade de passar suas habilidades para a próxima geração de vikings. Ele criou a Escola de Pilhagem do Baelog, com uma grade de cursos populares enfocada em Pilhar, Saquear e Botar Fogo Nas Coisas. Ele se tornou famoso por toda a Escandinávia pelo seu excelente curso palestrado, com o título “Esmagamento de Geats em Três Passos Fáceis” ("Primeiro Passo: Escolha um Geat. Segundo Passo: Mire alto. Terceiro Passo: Esmague."). Ele então fez uma turnê promovendo seu livro “Espreitando o Geat Selvagem” e a continuação de tremendo sucesso, "O que É um Geat, Afinal de Contas?".
Nome: Fang o lobisomem Idade: 24 anos Altura: 1,77 m Peso: 118 kg
Nome: Scorch o Dragão Idade: 99 anos Altura: 1,92 m Peso: 130 kg O fim de The Lost Vikings ____________________________________________________________ The Lost Vikings I & II sem dúvidas foram jogos únicos com um estilo totalmente novo e marcante, mas parece que a Blizzard atualmente está mais preocupada em lucrar com as franquias de jogos on-lines, portanto as chances de vermos uma continuação é extremamente pequena... uma pena. Prós: Gráficos, humor, jogabilidade diferente. Contras: N/A Considerações Finais: Um game único com estilo diferente que poderia ter ganhado uma continuação, mas parece que foi esquecido pela Blizzard, entretanto nunca será apagado da memória dos felizardos que jogaram este belo jogo. Nota: 9,9
Fabricante: Intelligent Systems Gênero: Puzzle/Estratégia Ano: 1995 (Japão)
Panel de Pon pra quem não sabe, foi o primeiro game a utilizar um quebra-cabeças diferente do tetris, pois diferente de Tetris o objetivo não é completar uma fileira horizontal, e sim ir virando de par em par de peças para obter no mínimo 3 figuras, pra quem não entendeu... esse jogo nada mais é do que Tetris Attack. Para ser mais exato Panel de Pon foi o jogo que originou Tetris Attack, a única diferença entre os jogos são os personagens e algumas músicas, mas a jogabilidade é a mesma, a história é bem parecida e a diversão é garantida.
História: O malvado rei Thanatos lançou um feitiço sobre o mundo das fadas que fez com elas brigassem entre si. Cabe a Lip, a fada das flores, derrotar cada uma de suas amigas para trazer suas personalidades de volta e poder, enfim, enfrentar Thanatos. Prós: Jogabilidade, jogo viciante. Contras: Modo história em Japonês Considerações Finais: Jogar este jogo ou Tetris Attack é praticamente a mesma coisa, diversão igual, jogabilidade boa... enfim, um ótimo jogo.
The Lost Vikings foi lançado em 1992 pela Silicon & Synapse ( atual Blizzard ), e Interplay, trazendo um estilo totalmente revolucionário aos jogos com ambiente 2D.
História: The Lost Vikings conta a história de 3 Vikings: O poderoso corredor Erik, o Rápido, o forte defensor Olaf, o Corajoso, e o espadachim Baleog, o Feroz. Eles vivem tranquilos em suas aldeias, saindo para caçar usando suas habilidades únicas e trazendo comida para o povo de suas aldeias, até que um dia surge uma nave alienígena gigantesca que abduz os 3 heróis que a partir dai tentam escapar da nave.
The Lost Vikings foge do padrão dos jogos 2D, pois ao invés de o jogador controlar apenas um personagem, você deve controlar os 3 ao mesmo tempo, usando a habilidade especial de cada um para chegar ao final da fase, ou seja para zerar o jogo só com muito trabalho em equipe dos 3Vikings, que são:
Erik:Pode correr mais rápido que os outros dois, pode saltar, e pode bater por algumas paredes (e inimigos), com seu capacete.
Baleog:Pode matar inimigos com sua espada, ou à distância com seu arco. O arco também pode ser usado para bater interruptores a partir de uma certa distância. Olaf:Pode bloquear os inimigos e os seus projéteis com seu escudo, use seu escudo como uma asa delta , ou como um trampolim para Erik que lhe permita alcançar elevado motivos que não é possível sem o escudo.
Contras: O jogo pode ser meio difícil no começo, mas logo o jogador pega a manha.
Considerações Finais: Provavelmente você morrerá muitas vezes, até pegar bem o "jeito da coisa", mas depois de um certo tempo jogando eu garanto que você poderá se divertir muito com esse grande jogo.